No variety of perspectives within organizations

(Texto em Português depois deste)

Creativity camouflaged

Last week, Syamant Sandhir, @ futurescape on Twitter, shared an expression of Vineet Nayar that makes us all, I think, reflect:

In my conversations with students I am surprised at the variety of perspectives. Why can’t we ideate at the same level inside our org.?”

And I might add!

Which Organizational factors inhibit the variety of perspectives?

Which factors can facilitate creativity?

Perspectives don’t have of course to do only with knowledge and not only with our past experience, because they carry a lot of our ability to combine and recreate knowledge and experience.

Will these students when entering the world of organizations loses this capability of exposure their own perspective and the expressions of creativity?

The organizational context, which includes management practices, the work itself and human resources policies, plays an important role in creativity.

We believe that creativity and innovation are important for all organizations and to all jobs, although it is recognized the assumption that some situations and some jobs are more likely to benefit from the creativity than others.

When creativity helps us in integrating an environment it becomes more visible, but the active role of elements of an organization is fundamentally contribute to a common good that translates in the company’s success.

If a student, as such, has space and environment receptive to their ideas, and as Nayar said, such is not the case in organizations, it is very likely that what was attractive becomes routine.

Creativity swamped and became the habitual behavior, almost always of obedience, the visible portion. On the one hand, the organizational context feeds or a comfort zone or constant challenge and on the other hand the personal characteristics determine the movement between creativity and routine. 

When management behaviors are opening and challenge, the characteristics of the work permit interaction and form the groups contemplates the diversity, with a favorable environment for creativity.

A complex and challenging where decision-making is important encourages and motivates intrinsically.

A routine work, with precise tasks where efficiency is considered important, turns creativity in a little risk not acceptable by third parties.

More distant factors may also influence creativity within organizations as its structure and the social climate. 

Min Basadur did an analysis of a Japanese company that uses a structured approach and intentional to develop creativity and problem solving.

The Japanese program included three key components: monetary incentives, alignment of training/training with organizational strategy.

To encourage the ideas, were given monetary rewards for all ideas implementable, regardless of their size. Small rewards were given to individuals, and big rewards have been assigned primarily to the teams.

The program had a broad participation across the enterprise and resulted in about 140 suggestions per person/per year. 

Min Basadur argues that the program succeeded because it was highly motivating. 

However, the motivation there referred to is the result of falling sources, including the rewards, recognition, and coaching. It is unclear to Min Basadur if intrinsic motivation has played a significant role, but it is clear to Daniel Pink in “Drive” for other situations.

What is even clearer is that the motivation is an important factor in the development of perspectives of people within an organization.

This development requires an environment of creativity and fun so characteristic of student groups.

Why the responsibility required to an employee of an organization, can be by one hand a motivating factor and by the other hand inhibit creativity?

If the standards are constraints and this is good for creativity, then why is that the elements of an organization, turn into patterns of obedience and not the challenge?

Are irreverence and rebellion contagious?

 

 

Fraca variedade de perspectivas dentro das Organizações

Criatividade camuflada

A semana passada Syamant Sandhir, @futurescape no twitter, deu a conhecer uma expressão de Vineet Nayar que nos faz a todos, penso eu, reflectir:

“Nas minhas conversas com estudantes eu fiquei surpreendido com a variedade de perspectivas. Porque é que nós não geramos ideias a esse nível dentro da nossa organização?”

E eu acrescento!

Que factores organizacionais inibem a variedade de perspectivas?

Que factores podem facilitar a criatividade?

As perspectivas não têm naturalmente a ver só com conhecimento, nem só com a nossa experiência passada, pois elas carregam muita da nossa capacidade em combinar e recriar conhecimentos e experiências.

Será que esses estudantes quando ingressam no mundo das organizações perdem essa capacidade de exposição de perspectiva própria e as manifestações de criatividade?

O contexto organizacional, que inclui as práticas de gestão, o trabalho em si e políticas de recursos humanos, desempenha um papel importante na criatividade.

Nós pensamos que a criatividade e a inovação são importantes para todas as organizações e para todos os postos de trabalho, embora se admita o pressuposto de que algumas situações e alguns trabalhos são mais propensos a beneficiar da criatividade que outros.

Quando a criatividade nos ajuda na integração de um meio ambiente ela torna-se mais visível, mas o papel activo dos elementos de uma organização é fundamentalmente o de contribuir para um bem comum que se traduz no sucesso da empresa.

Se um estudante, enquanto tal, encontra espaço e ambiente receptivo para as suas ideias, e como diz Nayar, tal não acontece nas organizações, é muito provável que o que era atraente se transforme em rotina.

A criatividade submergiu e passou a ser o comportamento habitual e quase sempre de obediência, a parte visível. Por um lado, o contexto organizacional alimenta ou uma zona de conforto ou de desafio constante e por outro lado as características pessoais determinam a movimentação entre a criatividade e a rotina.

Quando os comportamentos de gestão são de abertura e desafio, as características do trabalho permitem interacção e a constituição dos grupos contempla a diversidade, havendo lugar a um ambiente favorável à criatividade.

Um trabalho complexo e cheio de desafios onde a tomada de decisão é importante encoraja e motiva intrinsecamente.

Um trabalho de rotina, com tarefas precisas onde a eficiência é considerada importante transforma a criatividade num risco pouco aceitável por terceiros.

Factores menos próximos podem também influenciar a criatividade dentro das organizações como a sua estrutura e o clima social.

Min Basadur fez uma análise a uma empresa japonesa que usa uma abordagem estruturada e intencional para desenvolver a criatividade e a resolução de problemas.

O programa japonês incluía três componentes chave: incentivos monetários, alinhamento de formação/treino com a estratégia organizacional. Para incentivar as ideias, foram dadas recompensas monetárias para todas ideias implementáveis, não importando a sua dimensão.

Pequenas recompensas foram dadas para os indivíduos, e grandes recompensas foram atribuídas principalmente às equipas.

O programa teve uma ampla participação em toda a empresa e resultou em cerca de 140 sugestões por pessoa / por ano.

Min Basadur argumenta que o programa teve sucesso porque foi altamente motivador.

No entanto, a motivação aí referida resulta de fontes extrínsecas, incluindo as recompensas, reconhecimento, e coaching. Não está claro para Min Basadur se a motivação intrínseca desempenhou um papel significativo, mas está claro para Daniel Pink em “Drive”

O que fica ainda mais claro é que a motivação é um factor importante no desenvolvimento das perspectivas das pessoas dentro de uma organização. Esse desenvolvimento necessita de um ambiente de criatividade e de divertimento tão característico dos grupos de estudantes.

Porque será que a responsabilidade exigida a um colaborador de uma organização, pode ser por um lado motivadora e por outro inibidora de criatividade?

Se as normas são constrangimentos e isso é bom para a criatividade, então porque é que os elementos de uma organização, as transformam em padrões de obediência e não as desafiam?

Será que a irreverência e a rebeldia são contagiosas?

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Uma resposta to “No variety of perspectives within organizations”

  1. abnose Says:

    Vê este video que achei bastante interessante: http://www.ted.com/talks/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html

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