Innovation is a process of social interactions

(Texto em Português depois deste)

I forgot!

Innovation is a social process that can only happen when people do that simple thing, which is surprising and deeply and that is connect with and promote the sharing of problems, opportunities and learning.

The reality of our life includes great ideas that not only develop with the passage from one silo to another silo or from room to room.

Although the generation of ideas is important, it ceases to be useful if there is not an effective process to transform inspiration into financial performance, i.e. value.

From the moment a good idea to start their trip to the market, a huge amount of connections are established repeatedly . The management of these interactions is thus the core activity of building an innovative company.

But why is innovation important?

The innovation became the key idea in shaping corporate life, helping business leaders to develop strategic options never before imagined.

When first we thought at potential acquisitions we were looking to act as a form of growth with cost reduction. With innovation we look not only to reducing costs but also as a means of accelerating earnings growth in first line and build capacity.

The innovation provides an advantage when entering new markets in a faster and more incisive way. A good example is P & G and its revitalized capacity for innovation, which allowed them to make inroads in developing markets and both will allow far greater than the growth potential in developed countries.

An environment of innovation is more productive, more agile, more comprehensive and can be more fun.

By putting innovation at the heart of the business, from top to bottom and from bottom to top , a company can improve the numbers and at the same time, find a much better way of doing things .

When innovation is nuclear in a company and in a way of doing things, it finds innovation not only in products but also in functions , logistics, processes and business models.

The best way of doing things is to create environments for people who want to be part of growth and not part of cyclical cost cutting.

This leads to say that anyone can innovate, but practically no one can innovate alone.

When a leader understand this, he can create maps, classify, measure and improve the social process to produce a steady stream of innovations.

Innovation is a journey that can be planned and repeated but this takes time and requires strong leadership. May require changes in the budget or the withdrawal of the strategy of the top priorities and necessarily require a different way of looking at the Human Resources.

It also requires an external openness in the processes of R & D and other knowledge sources.

The leaders of innovation have a profile quite different from those traditional skills to be able to handle the flows and connections increasingly intense and diverse.

A leader of innovation, not necessarily a creative genius, not necessarily an expert in a particular discipline, is the one that is effective in boosting the skills of others are essential to building a culture of innovation.

An innovation leader believes that collaboration is essential, they feel comfortable with uncertainty, and accept that failure is always around the corner. In addition the way how they face the various disciplines of work or knowledge is the opening track because they know that interdisciplinarity is a lever for innovation.

Not everyone has these attributes.

But few companies know they cannot build a culture of innovation without cultivating people who participate in these processes.

At first glance it seems that any company accepts the benefits of innovation as a factor for competitiveness and growth, but what we find is that this is not true.

Many companies continue on the path of the copies and imitations, demand the immediate profit without thinking of building a culture and consumers begin to tend to not consumerism complain about and sustainable and friend consumption.

Companies need to address the changing needs and only be able to do that through innovation, which implies a clear development of new information flows and management of connections increasingly demanding and diverse.

There are more and more people demanding the participation in the production of goods that they will consume.

There needs to be discovered!

 

 

A inovação é um processo social de interacções

Já me tinha esquecido!

A inovação é um processo social que só pode acontecer quando as pessoas fazem essa coisa simples, surpreendente e profunda que é conectar-se e promover a partilha de problemas, de oportunidades e de aprendizagem.

A realidade da nossa vida encerra grandes ideias que não se desenvolvem apenas com a passagem de um silo para outro silo ou de sala para sala.

Embora a geração de ideias seja importante, ela deixa de ser útil se não houver um processo eficaz para transformar a inspiração em desempenho financeiro, isto é, valor.

A partir do momento em que uma boa ideia inicia a sua viagem para o mercado, uma quantidade enorme de conexões são estabelecidas de forma repetida. A gestão dessas interacções torna-se assim na actividade nuclear da construção de uma empresa inovadora.

Mas porque é que a inovação é importante?

A inovação tornou-se na ideia chave para moldar a vida das empresas, ajudando os líderes das empresas a conceber opções estratégicas antes nunca imaginadas.

Quando antes se pensava em potenciais aquisições olhava-se para a actuação como uma forma de crescimento com redução de custos. Com a inovação não olhamos apenas para a redução de custos, mas também como um meio de acelerar o crescimento dos lucros de primeira linha e reforçar capacidades.

A inovação proporciona uma vantagem ao entrar em novos mercados de uma maneira mais rápida e mais incisiva. Um bom exemplo disso é a P & G e a sua revitalizada capacidade de inovação , que lhe permitiu fazer incursões nos mercados em desenvolvimento e simultaneamente lhe possibilitam crescimentos bem maiores que os possíveis em países desenvolvidos.

Um ambiente de inovação é mais produtivo, mais ágil, mais abrangente e pode ser mais divertido.

Ao colocar a inovação no centro do negócio, de cima para baixo e de baixo para cima, uma empresa pode melhorar os números e, ao mesmo tempo, descobrir uma maneira muito melhor de fazer as coisas.

Quando a inovação é nuclear numa uma empresa e na forma de fazer as coisas, ela encontra a inovação não apenas nos produtos, mas também em funções, na logística, nos processos e modelos de negócio.

A melhor maneira de fazer as coisas é criando ambientes favoráveis para que as pessoas queiram fazer parte do crescimento e não parte de corte de custos cíclicos.

Isto leva a afirmar que qualquer um pode inovar, mas praticamente ninguém consegue inovar sozinho.

Quando um líder entender isto, ele pode criar mapas, sistematizar, medir e melhorar o processo social para produzir um fluxo contínuo de inovações.

A inovação é uma viagem que pode ser planeada e repetida, mas isso leva tempo e exige uma liderança forte. Pode exigir mudanças no orçamento ou a retirada da estratégia do topo das prioridades e exige forçosamente uma forma diferente de olhar os Recursos Humanos.

Exige também uma abertura ao exterior nos processos de I&D e noutras fontes de conhecimento.

Os líderes de inovação apresentam um perfil de competências completamente diferente do tradicional para poderem lidar com fluxos e conexões cada vez mais intensas e diversificadas.

Um líder da inovação, não necessariamente um génio criativo, não necessariamente um especialista em determinada disciplina, é aquele que é eficaz na dinamização das competências dos outros imprescindíveis para construir uma cultura de inovação.

Um líder de inovação considera que a colaboração é essencial, sentem-se confortáveis com a incerteza, e aceitam que o fracasso está sempre ao virar da esquina. Para além disso a forma como encaram as várias disciplinas de trabalho ou de conhecimento é de completa abertura porque eles sabem que a interdisciplinaridade é uma alavanca para a inovação.

Nem toda a gente tem estes atributos.

Mas algumas empresas sabem que não podem construir uma cultura de inovação, sem cultivar as pessoas que participam nesses processos.

À primeira vista parece que toda e qualquer empresa aceita as vantagens da inovação como factor de competitividade e crescimento, mas o que constatamos é que isso não é verdade.

Muitas empresas continuam na senda das cópias e imitações, na procura do lucro imediato sem pensar em construir uma cultura e os consumidores começam a tender para o não consumismo e a reclamar um consumo sustentável e amigo.

As empresas precisam de atender às novas necessidades e só o conseguirão fazer através da inovação que implica um desenvolvimento claro de novos fluxos de informação e de uma gestão de conexões cada vez mais exigente e diversificada.

Há cada vez mais gente a reclamar a participação na produção de bens que vai consumir.

Há necessidades por descobrir!

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