Conflicts, storytelling and design thinking

 (Texto em Português depois deste)

 

Observing conflicts to leverage new ideas on design thinking

It seems trivial to create something from a conflict, but if the aim is to create something new and that solves a problem no longer seems so banal.

The same conflict can be observed by different people with different results according to the environments or contexts.

We Observe conflicts in meeting rooms to set company strategy or in the operating room of a hospital by the divergence of views regarding the best procedure or in the next room, in the same hospital for a diagnosis to a child.

GE can help us to think a little about the use of observation of the conflict to find solutions to various problems. But GE is not alone, is also with the assistance of design thinking.

For GE, the design process begins not from the standpoint of engineering, but gaining a deep understanding of people who will interact with the equipment. They do not leave from ideas they begin from unmet needs.

They do not draw products, draw experience and make supported on observation.

“Of course I watch people, people who interview, but more importantly we want to understand their business – how they work , “he says . “Generally, there is a big difference between what you do, and you say yes, then we are also looking at the needs not expressed. “- Bob Schwartz

One particularly colorful example is the development of “GE Healthcare “in a pediatric solution that removes some of the conflict situations that children experience during the diagnosis.

It’s all about taking lessons learned from the world of design and applying it to the healthcare space so that small lifestyle changes, often fueled by new technologies, can have enormously positive results when it comes to improving health. – Tim Brown

Interventions of design thinking are not restricted to situations of health care and are not solely directed at products.

Roger Martin says that, when attending a meeting with managers of a mining company, in which the conflict was the daily menu and the participants could not agree on what would be the best strategy, he remember :

“Instead of having them talk about what he thought was true; ask them to specify what should be valid for the option on the table to be a fantastic choice. It was magical. Conflicting points of view came to be together to really understand the logic of the options. “

If we find that a particular idea is the wrong way to approach a problem , and someone asks if we think this is the right way, we answer ” no “and we defend our beliefs against everything and everyone.

Yet if someone asks us to find out what we think would be valid for an approach to work, your frame of thinking changes. Nobody is asking us to take a position on the idea, asking us to just focus on what would have to be true to the idea that resulted.

“This subtle change gives people a way to get away from their beliefs and allow the operation by which one gives the opportunity to learn something new.”

Design thinking uses observation as “the center stage of their action.” Design thinking is the application of integrative thinking to the task of resolving conflicts such as in the opposition analytical vs. intuitive.

“Integrative thinkers in an organization, build models, rather than choose between two options. Their models include consideration of many variables – customers, employees, competitors, resources, cost structures in the sector, and regulation – and not just a subset of the above. Their models capture the complex, multifaceted causal relations and multi-directional between the key variables in any problem. Integrative thinkers consider the problem as a whole, instead of dividing it and working parts. Finally, creatively resolve tensions without doing boring face and transform challenges into opportunities. “Roger Martin

It is these opportunities that the narrative as a privileged instrument of design thinking, snaps to develop.

The dramatic conflict is an absolute necessity on any form of narration. He puts the challenges and obstacles that the main characters have to face and details the way in which these characters will overcome them, or not!

Without conflict, no story!

The conflict does not contribute to good stories, but it helps the stories as a mirror of the human condition by which we all grow and change as we move forward in life.

The perceived conflict, transformed into a strategy or part of a good story is a great approach for developing design thinking!

 

 

Observar os conflitos para alavancar novas ideias.

Parece banal criar algo a partir de um conflito, mas se o objectivo for criar algo de novo e que resolva um problema já não parece tão banal.

Os mesmos conflitos podem ser observados por diferentes pessoas com resultados diferentes de acordo com os ambientes ou contextos.

Observamos conflitos em salas de reunião para definir a estratégia da empresa, no bloco operatório de um hospital pela divergência de pontos de vista quanto ao melhor procedimento ou ainda na sala ao lado, nesse mesmo hospital ao fazer um diagnóstico a uma criança.

A GE pode ajudar-nos a pensar um pouco sobre o aproveitamento da observação dos conflitos para encontrar soluções para diversos problemas. Mas não a GE só por si, é com também com a intervenção de pensar design.

Para a GE, o processo de design não começa do ponto de vista da engenharia, mas sim ganhando uma compreensão profunda das pessoas que irão interagir com o equipamento. Não partem de ideias partem de necessidades não satisfeitas.

Eles não desenham produtos, desenham experiências e para o fazer recorrem à observação.

“Claro que observar as pessoas, as pessoas que entrevista, mas mais importante que queremos compreender a sua actividade – como eles trabalham “, diz ele. ” Geralmente, há uma grande diferença entre o que você faz, e o que você dizer que sim, então também estamos olhando para as necessidades não expressas.”- Bob Schwartz

Um exemplo particularmente colorido é o desenvolvimento da “GE Healthcare” de uma solução pediátrica que remove algumas das situações de conflito que as crianças experimentam durante a realização do diagnóstico

” É tudo sobre receber lições aprendidas com o mundo do design e aplicá-lo ao espaço de saúde para que as mudanças de estilo de vida de pequeno porte, muitas vezes alimentada pelas novas tecnologias, possam ter resultados muito positivos quando se trata de melhorar a saúde” – Tim Brown

As intervenções de pensar design não se resumem a situações de cuidados de saúde bem como não são unicamente direccionadas para produtos.

Roger Martin conta que, quando participava numa reunião com gestores de uma empresa mineira, em que o conflito era o menu do dia e os participantes não se entendiam sobre qual seria a melhor estratégia, se lembrou:

“Em vez de tê-los a falar sobre o que pensava ser verdadeiro, pedir-lhes para especificar o que deveria ser válido para a opção sobre a mesa para ser uma escolha fantástica. Foi mágico. De pontos de vista conflituantes passou-se a colaboração para realmente entender a lógica das opções.”

Se nós acharmos que uma determinada ideia é a maneira errada de abordar um problema, e alguém pergunta se achamos que esse é o caminho certo, nós respondemos “não” e defendemos a nossa opinião contra tudo e contra todos.

Contudo se alguém nos pede para encontrar o que achamos que seria válido para uma abordagem ao trabalho, o seu quadro de pensamento muda. Ninguém está a pedir que se tome uma posição sobre a ideia, pedem-nos apenas para nos concentrarmos no que teria que ser verdadeiro para que a ideia resultasse.

“Esta mudança subtil dá às pessoas uma maneira de se afastar de suas crenças e permitir a exploração pela qual se dão a oportunidade de aprender algo novo.”

O pensar design utiliza a observação como “o centro do palco da sua actuação”. Pensar design é a aplicação do pensamento integrativo com a tarefa de resolver conflitos como por exemplo na oposição analítico vs intuitivo.

 “Os pensadores integrativos, numa organização, constroem modelos, em vez de escolher entre duas opções. Os seus modelos incluem uma análise de inúmeras variáveis – clientes, colaboradores, concorrentes, recursos, estruturas de custos a evolução do sector, e regulamentação – e não apenas um subconjunto das opções acima. Os seus modelos capturam o complexo, relações causais multifacetadas e multi-direccionais entre as variáveis chave, de qualquer problema. Os pensadores integrativos consideram o problema como um todo, ao invés de dividi-lo e trabalhar as peças. Finalmente, criativamente resolvem as tensões sem fazer cara aborrecida e transformam os desafios em oportunidades.” Roger Martin

São essas oportunidades que a narrativa, como instrumento privilegiado do pensar design, agarra para se desenvolver.

O conflito dramático é uma necessidade absoluta em qualquer forma de narração. Ele coloca os desafios e obstáculos que os personagens principais têm de enfrentar, e detalha a forma pela qual esses personagens irão superá-los, ou não!

Sem conflito, não há história!

O conflito não contribui para boas histórias, mas ajuda as histórias como espelho da condição humana, através da qual todos nós crescemos e mudamos à medida que avançamos na vida.

O conflito observado, transformado em estratégia ou fazendo parte de uma boa história é uma óptima abordagem para desenvolver pensar design!

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Uma resposta to “Conflicts, storytelling and design thinking”

  1. Storytelling Paradise Lost, Emotional Resonance, Doug Lipman, Cardiff & More Says:

    [...] Conflicts, storytelling and design thinking [...]

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